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Prefeitura de Itaboraí e Agetransp se reúnem para discutir mudança no pedágio da RJ-116

LSM – A Prefeitura de Itaboraí se reuniu com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com a Secretaria de Programas Socioeconômicos e com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) na tarde desta terça-feira, 19, na sede do órgão estadual, no Centro do Rio de Janeiro, com o objetivo de alterar a localização da praça do pedágio da RJ-116, que fica na divisa dos municípios de Itaboraí e Cachoeiras de Macacu.

Participaram da reunião o Prefeito Marcelo Delaroli, o vice-prefeito e Secretário de Desenvolvimento Econômico, Lourival Casula, a subsecretária de Programas Socioeconômicos, Márcia Lessa, e o presidente da Agetransp, Murilo Leal.

A proposta foi apresentada ao Agetransp, atendendo reivindicação das lideranças empresariais, comunitárias, produtores rurais, comerciantes e cidadãos. Na ocasião, ficou acertado que haverá uma negociação com a concessionária Rota 116 para ver as possibilidades para a mudança.

A intenção é remover a praça do pedágio do km 1,9, em Itaboraí para o km 12, próximo à divisa com Cachoeiras de Macacu. A mudança vai beneficiar os moradores do 4º Distrito, sendo os bairros Sambaetiba, Agro Brasil, Alto do Jacu, Chácaras Bela Vista, Parque Nova Friburgo e Quinta dos Colibris. Todos ficam nas margens da Rodovia Presidente João Goulart, administrada pela concessionária Rota 116.

“Seguindo orientações do nosso prefeito Marcelo Delaroli, estive hoje pela manhã com Dr. Murilo, Presidente da Agetransp para tratamos da questão do pedágio da RJ-116, que nós entendemos que ter esse pedágio dividindo o município de Itaboraí implica na vida da população que precisa se deslocar até o Centro e pagar pedágio no seu trajeto de ida/volta, inclusive os agricultores. Além de ter a tarifa mais cara de todo o estado, hoje em R$6,30, a localização atual da praça no início da estrada penaliza uma grande quantidade de itaboraienses que precisa se deslocar ao centro e a outros bairros da nossa cidade. É um entrave para a economia regional e um verdadeiro caça-níquel que prejudica a população”, comentou Lourival Casula.

“Não há dúvida, portanto, sobre a necessidade de mudança da praça de pedágio. A alteração do local vai impactar positivamente na vida de milhares de itaboraienses, já bastante prejudicados com o pedágio atual. Neste momento de sugestões e propostas, é primordial que seja acatada a reivindicação da população regional para assegurar que os municípios possam construir um futuro melhor, com desenvolvimento socioeconômico e sem o entrave da praça de pedágio – que visa tão somente a arrecadação de cifras bilionárias para empreiteiras”, declarou Márcia Lessa.

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