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Cidades da Região dos Lagos fazem campanha de coleta de DNA para identificar desaparecidos

A cidade de Araruama foi uma das escolhidas pelo Governo do Estado, na Região dos Lagos, para ser uma das sedes da Campanha Nacional de Coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas.

O objetivo da campanha é coletar material genético de dois familiares em primeiro grau da pessoa desaparecida, seguindo a ordem de preferência: pai e mãe, filhos (no caso de filhos menores de idades, os mesmos deverão vir acompanhados do responsável), e por último, irmãos (se forem do mesmo pai e da mesma mãe). A coleta é feita por meio da retirada indolor de amostras da saliva.

Além disso o DNA do próprio desaparecido é ainda mais eficiente para ajudar nas buscas. Caso os familiares tenham itens de uso pessoal do desaparecido, como escova de dentes, aparelho ortodôntico, além de amostras de cordão umbilical e dente de leite, podem entregar no dia da coleta.

Depois disso, os peritos vão fazer o cruzamento do material genético desse banco de dados nacional, que é atualizado diariamente, com perfis genéticos de pessoas vivas desconhecidas e de pessoas falecidas não identificadas. No caso do resultado positivo para uma pessoa viva a família será informada sobre a localização dessa pessoa que procura. No caso de resultado positivo para alguém que tenha falecido o IML entrará em contato para realizar os procedimentos legais.

Araruama vai atender o próprio município e toda a Região dos Lagos (Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia e Saquarema), além de Rio Bonito e Silva Jardim.

A campanha nacional para a coleta de DNA acontece entre os dias 14 e 18 de junho, sendo que a segunda-feira, 14, é o “dia D”, nos horários: 09h às 12h e das 14h às 17h!! O posto de coleta de Araruama fica dentro do IML, localizado na Rua Doutor Bernardo Vasconcelos número 755, Centro.

Importante: a pessoa precisa levar o próprio documento de identidade, e o “Registro de ocorrência feito em uma delegacia da pessoa desaparecida”. Caso o parente tenha desaparecido há muitos anos e a pessoa não tenha registrado nenhum boletim, a orientação da Polícia Civil é que a mesma vá até uma delegacia mais próxima e registre a ocorrência, independentemente do tempo que tenha passado.

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